Mãe Maria Conga - A História de uma Guerreira Negra
Nasceu no Brasil em sua última encarnação, filha de escravos vindos do
Congo e criada na religião católica.
Frequentava as missas todos os domingos e à noite, na senzala, participava
dos rituais de magia do antigo Congo.
Tinha livre trânsito na fazenda onde morava e não chegou a ser chicoteada,
pois era querida da sinhá e do sinhô, a ponto de ser ama de leite de seus
filhos, porém sem deixar de ser escrava como todos os outros. Por isso, teve
uma vida de renúncia, sempre servindo e muitas vezes tendo seu corpo
violado, sendo obrigada a procriar e gerar filhos que eram tirados de seus
braços muito precocemente.
Seu sofrimento também era o de assistir a morte de seus irmãos negros em
seus braços, sendo que muitos deles também haviam nascidos por suas
mãos de parteira. Essas mortes eram provocadas pelas surras diárias com
cortantes chibatadas, ordenadas pelo feitor.
Por ser exímia conhecedora das ervas, curava as feridas dos negros
torturados pelo chicote e também fazia simpatias e benzimentos que
aprendera com as escravas mais antigas.
Porém, não se enganem com a aparência de sua incorporação de Preta
Velha, septuagenária, um corpo que demonstra o cansaço e a experiência
que somente os longos anos vividos na carne podem oferecer. Isso é apenas
uma forma de demonstrar a todos a sua humildade e simplicidade.
Mãe Maria Conga não trabalha só nos terreiros de Umbanda, onde é muito
conhecida e se apresenta como uma Preta Velha, ela também trabalha nos
Centros Kardecistas, apresentando-se como freira e especialista em
psicologia, realizando trabalhos de psicografia.
Numa encarnação anterior, nasceu na Idade Média, onde foi uma superiora
de convento em um hospital católico na Espanha do século XIII,
denominando-se Maria de Las Mercês.
Os espíritos moldam seus corpos astrais de acordo com as necessidades da
caridade a ser praticada, por isso muitos médicos considerados muito
elevados e evoluídos no meio dos homens, trabalham anonimamente como
humildes Pretos Velhos na Umbanda.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
MÃE CONGA
Mãe Maria Conga - A História de uma Guerreira Negra
Nasceu no Brasil em sua última encarnação, filha de escravos vindos do
Congo e criada na religião católica.
Frequentava as missas todos os domingos e à noite, na senzala, participava
dos rituais de magia do antigo Congo.
Tinha livre trânsito na fazenda onde morava e não chegou a ser chicoteada,
pois era querida da sinhá e do sinhô, a ponto de ser ama de leite de seus
filhos, porém sem deixar de ser escrava como todos os outros. Por isso, teve
uma vida de renúncia, sempre servindo e muitas vezes tendo seu corpo
violado, sendo obrigada a procriar e gerar filhos que eram tirados de seus
braços muito precocemente.
Seu sofrimento também era o de assistir a morte de seus irmãos negros em
seus braços, sendo que muitos deles também haviam nascidos por suas
mãos de parteira. Essas mortes eram provocadas pelas surras diárias com
cortantes chibatadas, ordenadas pelo feitor.
Por ser exímia conhecedora das ervas, curava as feridas dos negros
torturados pelo chicote e também fazia simpatias e benzimentos que
aprendera com as escravas mais antigas.
Porém, não se enganem com a aparência de sua incorporação de Preta
Velha, septuagenária, um corpo que demonstra o cansaço e a experiência
que somente os longos anos vividos na carne podem oferecer. Isso é apenas
uma forma de demonstrar a todos a sua humildade e simplicidade.
Mãe Maria Conga não trabalha só nos terreiros de Umbanda, onde é muito
conhecida e se apresenta como uma Preta Velha, ela também trabalha nos
Centros Kardecistas, apresentando-se como freira e especialista em
psicologia, realizando trabalhos de psicografia.
Numa encarnação anterior, nasceu na Idade Média, onde foi uma superiora
de convento em um hospital católico na Espanha do século XIII,
denominando-se Maria de Las Mercês.
Os espíritos moldam seus corpos astrais de acordo com as necessidades da
caridade a ser praticada, por isso muitos médicos considerados muito
elevados e evoluídos no meio dos homens, trabalham anonimamente como
humildes Pretos Velhos na Umbanda.
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